Arquivo do mês: julho 2015

“Meu Encontro Com Santa Terezinha do Menino Jesus”

Há um certo tempo atrás, tive um intrigante sonho com Santa Terezinha do Menino Jesus, também conhecida como Santa Terezinha das Rosas. O inusitado do sonho foi que nunca antes eu tivera qualquer contato com sua história ou com sua devoção… O sonho aconteceu na madrugada de 27 de setembro de 2014, três dias antes da data alusiva à sua morte (30 de setembro).

Foi um sonho maravilhoso em que a imagem de Santa Terezinha, em tamanho natural, percorria uma rua muito larga, cheia de casas, como se estivesse à procura de algo. Eu e algumas pessoas a seguíamos, logo atrás, quase em êxtase, maravilhados diante daquele acontecimento fantástico, daquela visão extraordinária, surpreendente e encantadora.

De repente, Santa Terezinha se vira para o outro lado da rua e desliza resoluta, em linha reta, em direção a uma das casas. Eu, então, saio correndo, vou até à casa para a qual ela se dirige, bato na porta ligeiramente entreaberta, empurro-a para abri-la de vez e vejo duas mulheres que estão na sala. Dirijo-me a elas, ansioso e apressado, pedindo que olhem para fora para verem o que estava acontecendo: a imagem de Santa Terezinha vinha em direção àquela casa.

As duas mulheres, maravilhadas e estupefatas, acolhem alegremente a imagem de Santa Terezinha, dando-lhe um fervoroso e forte abraço. Primeiro ela se deixa abraçar, depois, delicada e decididamente, afasta as mulheres, dá dois passos até atrás da porta, estende o braço a procura de algo, retira lá detrás um saco plástico, cheio de coisas, parece lixo, e estende a mão para entrega-lo a nós. Eu pego aquele saco e o entrego a uma das mulheres, dizendo para se livrarem dele porque era isso o que a Santa estava pedindo.

Em seguida, a imagem de Santa Terezinha sai da casa e começa a deslizar de volta para o outro lado da rua. Nisso, uma das mulheres me pergunta qual o significado daquilo e eu respondo: “Não sei, preciso refletir sobre isso!”

Nesse instante, surge do meu lado dona Josefina Guerra, uma amiga da família, a qual me abraça e diz que foi melhor não dizer nada mesmo porque não entendíamos o significado daquele acontecimento extraordinário.

Em seguida, nós dois caminhamos apressados, na direção seguida por Santa Terezinha… e eu vou pensando que preciso me tornar um homem melhor e no que fazer para isso acontecer

Assim termina o sonho. Assim começa o meu encontro com Santa Terezinha do Menino Jesus. Ainda continuo tateando no escuro, em busca de uma resposta satisfatória, uma explicação razoável  para esse evento fantástico em minha vida.

Depois de refletir por algum tempo, sem decifrar o seu verdadeiro sentido, hoje resolvi compartilhar esse sonho com outras pessoas de fé e com os devotos de Santa Terezinha do Menino Jesus, na expectativa de que alguém possa me ajudar a entender o real significado dessa mensagem enigmática.

Espero que um de vocês, com mais iluminação espiritual do que eu, possa me ajudar a compreender o teor dessa mensagem Divina, trazendo luz à Revelação que Santa Terezinha do Menino Jesus quis me fazer nesse sonho.

Que Deus nos ilumine a todos e nos conceda a sabedoria necessária para desvendar essa mensagem que Santa Terezinha nos enviou!

Que assim seja!

Amém!

Maurides Celso Leite  (um cristão cuiabano, que recebeu um sinal luminoso dos céus e que, apesar de ainda não ter compreendido toda a extensão desse mistério, se reconhece como mais uma das rosas colhidas por Santa Terezinha do Menino Jesus).

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Minhas Raízes Cuiabanas

Quem sou? Donde vim? Para onde vou? Eis uma inquietação que desafia o homem  desde os primórdios dos tempos. Continuamente nos perguntamos da nossa origem e do nosso destino. Que lugar e que papel ocupamos nessa vastidão do cosmos?

Transmudando essa inquietação para o plano pessoal, voejo em busca da minha ancestralidade, à procura das minhas raízes, em um vôo de pássaro até à árvore genealógica da família.

 Sinal civil de minha identidade, o meu nome é Maurides Celso Leite, mas poderia ser Maurides Celso Padilha Leite ou Maurides Celso Padilha Correa da Costa.  É que meu pai se chama Benedito Francisco Leite, mas deveria chamar-se Benedito Francisco Leite Correa da Costa . Leite, da minha avó, Joana, e Correa da Costa, de meu avô, Aminadabe.

Por sua vez, minha mãe, que se chama, Celina Ezidia Leite, deveria chamar-se Celina Ezidia Padilha Leite, eis que meu avô materno se chamava, João Evangelista Padilha, e a minha avó, Guilhermina Viegas Padilha. Com o casamento, porém, minha mãe foi despojada de seu sobrenome paterno, Padilha.

Há mais confusão de sobrenomes na família. Minha avó, a querida Nhanhá, em solteira se chamava, Guilhermina Viegas de Moura, pois era filha de João Gualberto de Moura. Mas, também poderia chamar-se Guilhermina Viegas de Pinho, eis que havia ascendentes seus que eram Viegas de Pinho. Aliás, Vô Jão, seu marido,  era um especialista na arte de confundir a genealogia familiar. Tanto que, ao casar-se com Nhanhá, levou esta a adotar o sobrenome Viegas Padilha, ao invés de Moura Padilha,  que seria a junção de seus sobrenomes. No primeiro filho, botou o nome de Antonio Teodoro de Pinho, em homenagem ao Santo de sua devoção. Perceba-se, nem Moura, de vovó, e nem Padilha, dele! Em outro filho, tio Vante, sapecou Fioravante Evangelista de Aniceto. Ou seja, usou um Aniceto Deus sabe lá de onde! Tio Tito, era Celestino Eugenio de Moura. Só o sobrenome de Nhanhá. Os tios, Abilio (Bio), Sebastião (Nhnhô) e Emilia (Miloca) receberam o sobrenome Viegas Padilha. Os tios, Basilia, Gabino e Isa só receberam o Padilha. Nenhum dos filhos portou o sobrenome Moura Padilha.

Consequência dessa barafunda toda é que perdemos elos de referência com a parentada. O que sei é que meus avós tem origem pantaneira. Vovô Aminadabe era de Mimoso. Família grande, tradicional. Primo segundo do ex-Governador de Mato Grosso,  Fernando Correa da Costa, a quem meu pai serviu como Oficial de Gabinete. Vovô Aminadabe também cometeu suas patacadas ao nomear a prole. Com exceção de meu pai, todos os seus demais filhos  (Adelaide, Ana Rita, Itrio, Montagas, Ibis, Neta, João Domingos, Aminadabe Filho, Maria Clara e Maria Rosa), herdaram o sobrenome, Correa. Mas ficaram sem o Costa. Minto, Aminadabe Filho, por óbvio, herdou o sobrenome completo do Pai.

As famílias de Nhanhá e Vô Jão eram de Barão de Melgaço e Mimoso, região do Estirão Cumprido e de Porto Brandão. Parte da família de Vô Jão é da região de Corumbá, onde temos alguns parentes. Também temos parentes na Região de Cáceres. Vice e versa, eis a rota urbana-fluvial-pantaneira das raízes da família: Cuiabá-Rio Cuiabá-Barão de Melgaço-Pantanal-Cáceres-Rio Paraguai-Corumbá.

Essas as minhas raízes! Leite, do São Gonçalo Beira Rio. Correa da Costa, do Mimoso. Viegas, Moura e Padilha, de Barão de Melgaço, Mimoso, Estirão Cumprido, Porto Brandão.

Cidadão cuiabano. Nascido no alto da Coxim. Criado no Terceiro de Fora e no Bairro do Baú.

Eis quem sou! Eis de onde vim!

Maurides Celso Leite (um homem que se orgulha de seu nome e de sua cidadania, que ama a sua terra, que valoriza suas raízes e que, apesar da confusão de sobrenomes, tem uma identidade certa: Pantaneiro de origem, Cuiabano de Chapa e Cruz!)

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